Quem Somos

Fundada em 1998 no bairro do jaraguá, a Pizzaria Americana tornou-se rapidamente uma referencia em Pizzas e Esfihas de qualidade. Hoje sendo á Pizzaria mais antiga da região, e orgulhosos de nossa historia, e mirando no futuro continuamos expandindo aquela mesma receita, que mantemos nestes 18 anos. Oferecendo Pizzas e Esfihas caprichadas, com produtos de otima qualidade, por um preço justo, em um ambiente agradavel e acolhedor. Valorizar o tempo que passamos com a familia e compartilhar com os amigos, resgatar o prazer de uma boa pizza ou esfiha, preparada com capricho, e esta a filosofia que nos mantem trabalhando durante todos estes anos.

 

A História da Pizza

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O uso regular do fogo há 500 mil anos modificou a alimentação do universo doméstico. A palavra “pizza“ vem do grego “picea“, pinheiro usado para aquecer fornos e assar um tipo de massa difundida na Grécia. Os homens desde as origens alimentavam-se com seis tipos de cereais: sorgo, aveia, cevada, trigo e mais tarde o centeio. O milho, após a chegada de Colombo a America. A epopéia dos cereais dura 15.000 anos, os grãos dos cereais eram torrados em pedra aquecida e juntavam água que transformava em um bolo molhado. O trigo surgiu, na forma primitiva, no Egito, nas paisagens dos vales, rios e posteriormente espalhou-se, sendo a mais importante experiência da historia dos cereais, a sua expansão por todo mundo constitui um enigma – talvez nas entranhas de alguma ave migratória... ou foi objeto de troca comercial.

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Com o surgimento do trigo, todos os cereais foram considerados de segunda ordem. Os egípcios criaram o pão, podendo por razões técnicas ser considerada a primeira pizza primitiva, por terem acrescentado a massa o levedo obtido da fabricação da cerveja, havendo assim, o triunfo sobre pastas de ceral ou bolos de farinha sem levedação, esta ligada a civilização ocidental há 6.000 anos. Os pães dos egípcios tiveram formas diferentes para oferendas, nos templos salpicavam com cominho e enriqueciam a massa com gordura de ganso, ovos, mel, óleo de oliva, figos e tâmaras. A oliva é considerada uma fruta legendária.

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A oliveira foi a primeira árvore salva no dilúvio; uma pomba trouxe a Noé, um ramo de oliveira, que simbolizou a calma, serenidade e a paz reencontrada. Surgiu na Ásia Menor – se estendia da Síria a Grécia, florescendo e sendo cultivada entre 3.000 a 6.000 anos nesses locais e foram levadas para a bacia do Mediterrâneo ( correspondente atualmente: Itália, França, Espanha e Marrocos), pelos gregos e fenícios, juntamente com o trigo e o próprio óleo, há mais de vinte e cinco séculos. Inventaram um forno para assar, construído em forma cilíndrica com tijolos de lama do Nilo, fechado em cone, no topo, o interior era dividido horizontalmente com laje lisa. Na parte inferior deixavam um buraco para alimentarem o fogo e na parte superior a entrada da massa e para saída das gases. O forno do egípcio foi considerado o primeiro forno de experimentação química do mundo, aliado ao aspecto de “práticas mágicas“.

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Entre 5.000 e 7.000 AC os caçadores coalhavam o leite dos animais, enformavam e controlavam a coagulação. Os egípcios estão entre os primeiros pastores que cuidaram do gado e tiveram no queijo importante fonte de sua alimentação. O povo de Israel conheceu o pão no contato que teve com os egípcios, a Bíblia menciona o momento que se encontraram: os pastores, camponeses, hebreus e os egípcios. Abraão, hebreu e as suas gentes viviam em tendas, tinham farinha, mas não tinham fornos, como os dos egípcios com arquitetura sólida, havia outros transportáveis, aos quais os judeus chamavam “tamurim“ e eram pesados, assim para o povo que vivia em tendas, era impossível o seu transporte. Pelo relato bíblico, a saída dos judeus (Êxodos) do Egito foi apressada que não tiveram tempo de confeccionarem o pão como dos egípcios, amassado antes de ir ao forno, levavam sem levedar, pois não tinham fermento, então Moisés disse ao povo: “Recordai-vos deste dia em que saiste do Egito, da casa da servidão, pois foi com a mão forte que o Senhor vos fez sais daqui. Não comerá pão fermentado“.

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Na Grécia antiga, demoraram em substituírem os grãos de cereal torrados ou as papas de farinha, mas depois aprenderam com perfeição, colocava por cima azeite, queijos, sementes, amêndoas, nozes, pimenta, folhas de louro, etc. Ateneu, autor do Banquete dos Sofistas, (século II e III d.c) conta que alguns padeiros obrigavam os ajudantes a usarem luvas e máscaras para que não caísse suor na massa e para a respiração não a estragasse. Os mestres padeiros tinham consciência profissional, organizaram-se em associações com direitos reconhecidos e garantidos pelo Estado e passavam a condição de funcionários no Império Romano. Os lombardos, chegados do sul da Itália depois da queda do Império Romano, trouxeram suas búfalas que encontraram ambiente ideal na região do Lazio e criaram a Mussarela e com a descoberta da América, o tomate que depois das desconfianças iniciais – ingressou triunfalmente na culinária italiana. “Em 1529, o criador da Villa d’Este, em Tivoli – Itália o cardeal Ippolito promoveu um banquete e a pizza constou no cardápio: pizza com pastéis folhados ao estilo catalão.

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O tomate teria conquistado os italianos e espanhóis nos anos de 1500 a 1600, mas somente foi difundido em 1700; os botânicos alemães consideravam planta tóxica. Desde séculos, a tradição da pizza é firmada na vida napolitana, a versão com uso do tomate, desde meados doa anos de 1700. As pizzarias devem seu impulso aos reis Nápoles, Ferdinando e Ferdinando II, grandes amantes da pizza. O primeiro percorria as ruas da cidade para satisfazer seus desejos, escondido da sua mulher Maria Carolina, irmã da rainha da França, que detestava a pizza, seu filho, construiu sua própria pizzaria no Parque Capodimonte em 1820. Ainda existe uma taberna, onde serviam pizza, naquela época, em Nápoles: L‘Osteria della Mattonella. Port‘Alba foi a primeira pizzaria, no ano de 1830, que se tem registro em Nápoles. Em 11 de junho de 1889, foi criada a pizza Margherita, por Rafael Espósito, utilizando o tomate, mussarela de búfala e manjericão para a Rainha Margherita, esposa do Rei Humberto, da Itália.

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Na guerra do hambúrguer no mundo, ele aparece como ameaça as tradições culinárias e “aparência do diabo“, é responsabilizado por todos os tipos de defeitos de ordem nutricional ou simbólica, a pizza escapa. A pizza estende sobre o planeta e esta se tornando mais importante do que o hambúrguer esta disponível em restaurantes, pizzarias, delivery, mercearias, supermercados, vendedores ambulantes, quiosques em pista de esqui e outros lugares... é disponibilizada em países sem que o imperialismo italiano suscite inquietações de identidade ou nutricionais. A crise da vaca louca da vantagem á pizza desde 1996, o hambúrguer padece, da suspeita mortal que pesa sobre a carne de boi. Considerações extraídas do livro História da Alimentação. Levantamento feito para a Associação Nacional de Fabricantes de Pizzas, os EUA ficam em 1º lugar no consumo de pizzas, em 2º lugar o Brasil, com destaque São Paulo, onde demos toque nacional – na Itália sevem pizza “brasiliana“.